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ACERTO FINAL, LONGA-METRAGEM, VÍDEO, FICÇÃO, AVENTURA, 1994.


Em março de 1994, o Centro Cultural Gilberto Mayer de Cascavel, foi o palco para a estréia do filme Acerto Final. O Jornal Gazeta do Paraná fez a cobertura do evento e no dia 20 de março de 1994, dedicou uma página inteira ao filme destacando: "Casa Cheia" cerca de três mil pessoas prestigiaram as sessões de apresentação do filme "Acerto Final", feitas no final de semana passado no Centro Cultural Gilberto Mayer".

Acerto Final foi exibido no MADE IN BRAZIL, pela TV Tarobá/BAND em 1º de setembro de 1994.

Exibido em cinemas, cine teatros, auditórios, através de distribuição independente, para cerca de 38 mil espectadores;

Considerado pela Confederação Sul-americana de artes marciais como melhor filme do gênero em 1995;

Participou em 16 de agosto de 1995, da Mostra de Cascavel, Cinema e Vídeo - 100 Anos de Cinema;

Participou da Mostra de Cinema e Vídeo do 1º Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba em maio de 1997;

Adquirido para acervo do MIS através da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná.

Direção de Antonio Marcos Ferreira.

Direção de Fotografia de Acir Kochimanski.

Trilha Sonora de Luciano Vernose.

Produção de Talicio Sirino e Salete Machado.

O elenco traz atores que na maioria participaram da peça teatral Acerto Final que deu origem ao filme, entre eles: Talicio Sirino, Francisco Portela, Mestre Hiuzo Watanabe, Sandro de Sá, Zeni Bonamigo, Adriano Martini, Marcelo Toshio Horikawa, Dirceu Dutra Martins, Romeu Deitos, Luiz Resende, Amarildo de Lara, Thiara Barbosa, Luiz Carlos da Silva, Aristeu de Oliveira, Clayton Costa, Edvaldo Gomes, Nelson Morais, Jurandir Barroso, Edimar Ulzefer, entre outros.
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      • Travessias

        Em "Travessias" o destino de três personagens serão cruzados: Naun, um libanês que vive em Foz do Iguaçu, é dono de uma loja de eletrônicos em Ciudad del Este. Saiu do Líbano, ainda jovem, pela necessidade de sustentar sua família. Hoje, muitos anos depois, se vê dividido pelo dilema entre o desejo de manter a família unida ou preservar as tradições libanesas. Diferentes visões de mundo estremecem a relação do sacoleiro José e de sua mulher, a professora Maria Helena, que não se entendem nem em relação à educação dos filhos nem em suas escolhas profissionais. Léo, diretor de teatro, encara a complexidade que viver de arte lhe impõe e reflete em seu silêncio, o drama do conflito que vive com a mãe, Isolda, que não consegue aceitar que o filho, contrarie suas expectativas.

        "Travessias" foi lançado no mês de julho de 2016 em salas de cinema, conseguido excelentes espaços, a exemplo das redes Cineplus e UCI Cinemas, nesta, destaca-se: seis semanas em cartaz no UCI do shopping Estação, em Curitiba; quatro semanas no UCI do shopping Samaúma, em Manaus; duas semanas no UCI do shoppings Jardim Sul e Santana, em São Paulo; e duas semanas no UCI do shopping New York da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
        Também percorreu algumas cidades do interior de Minas Gerais, São Paulo e do Paraná, neste, com destaque para sua estreia no evento Cinema & Música: exibição do filme "Travessias" seguida de show acústico com Jackson Antunes e Andrade Paraná que canta "Viajante do mundo", um dos temas musicais do filme.

        O filme Travessias figurou na relação da ANCINE/OCA em 40º lugar dentre os 143 filmes brasileiros lançados em salas de cinema em 2016

        Travessias foi indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2017, organizado pela Academia Brasileira de Cinema.

        Travessias foi licenciado para exibição pela Sundance TV, esta TV tem o ator e diretor Robert Redford como fundador. Na Sundance TV, Travessias foi exibido nos dias 12 e 17 de julho de 2017, às 20h35min, pelo canal 516/SKY.

        Travessias foi licenciado para exibição pela TVE Paraná, via edital da Secretaria de Estado da Cultura, de 2016.

        Filme premiado na Mostra Competitiva do 8º Festival de Cinema da Lapa, novembro de 2015:
        Melhor Atriz Coadjuvante para Isadora Ribeiro, por Isolda;
        Melhor Ator Coadjuvante para Rodrigo Ferrarini, por José;
        Melhor Trilha Sonora, para Xenon Pinheiro;
        Menção Honrosa para Salete Machado, diretora e roteirista de "Travessias"

        http://www.festivaldecinemadalapa.com.br/#!Premiados-do-8º-Festival-de-Cinema-da-Lapa/os9bd/565119ce0cf2baa4d50a7c10
        http://www.festivaldecinemadalapa.com.br/#!travessias/l0h46


        Os filmes "Travessias" e "Infância", de Domingos de Oliveira, protagonizado por Fernanda Montenegro fizeram parte da Mostra Paralelo do 3º Festival Internacional de Cinema da Bienal de Curitiba, novembro de 2015
        http://bienaldecuritiba.com.br/en/programacoes/travessias/


        Elenco: Jackson Antunes, Rodrigo Ferrarini, Cristiana Britto, Isadora Ribeiro, Alan Raffo, Taylla Sirino
        Mira Costa, Camila Hubner, Lair Vieira, Kátia Drumond, Francisco Portella, Diegho Kozievitch
        Direção e Roteiro: Salete Machado
        Produção e distribuição: Talicio Sirino
        Direção de Fotografia: Sergio Sanderson e Pedro Merege
        Direção de Arte: Lair Junior e Tania Santos
        Direção de Produção: Talicio Sirino e Antonio Martendal
        Montagem: Pedro Merege e Fernando Rojas
        Colorização e Masterização: João Castelo Branco
        Desenho de Som: Ulisses Galetto
        Trilha Sonora: Xenon Pinheiro
        Som Direto: Robertinho de Oliveira
        Projeto Gráfico: Waldemar Lutinski
        Produção e Distribuição: Tigre Filmes

        Entendendo que o ciclo do cinema só se completa no encontro do filme com o público, a seguir, alguns textos que refletem este encontro.

        "Travessias", por Ana de Souza
        "Travessias" tem como um aspecto marcante o diálogo. Diálogos fortes, emocionantes, sobre questões vitais ao ser humano; as relações. Relação de pai e filha, de marido e mulher, de mãe e filho. Relações comerciais, afetivas ou aquelas meramente casuais. E, em todas, permeia um ponto em comum, ocorre ou uma ruptura ou uma divergência, seja ela, cultural, religiosa, amorosa ou financeira. Se trata de um filme sobre o cotidiano, fala sobre pessoas comuns, batalhadoras, sonhadoras... aproximando o espectador do filme. O que permite nos apaixonamos por um personagem ou detestarmos outro, devido à identificação que é possível fazer. Acima de tudo o filme tem uma sensibilidade tão profunda na construção de suas estórias que nos encanta. "Travessias" mostra a influência que algumas pessoas podem exercer em nossas vidas. Apresenta de forma tocante à importância de realizarmos nossos sonhos, e o preço que poderemos pagar por isso. E por fim nos lembra que está travessia tão interessante que é a vida, é única e cada um tem seu trajeto pessoal e sua forma de conduzir; para uns a travessia é mais longa, para outros mais curta; para alguns ela é realizada com muito amor, e infelizmente para outros nem tanto.
        Ana de Souza: 35 anos, curitibana. Escreveu este texto após ter assistido ao filme no Cineplus Cinemas, do shopping Jardim das Américas, em Curitiba, em agosto de 2016.

        "Travessias", direção Salete Machado, por Altenir Silva
        Toda vez que um filme brasileiro pula fora do cinema brasileiro, sempre surge uma novidade bacana. "Travessias" escrito e dirigido por Salete Machado é um filme que foi buscar na vida comum a sua base criativa. A referência é o cotidiano e ponto final. Seguimos algumas vidas enfrentando obstáculos simples. Simples? Nada disso, toda trajetória humana tem muito de Homero e, algumas pitadas de DC Comics & Marvel. Os personagens, presidiários do cotidiano, saem em suas trilhas enfrentando o maior inimigo, a realidade. No mundo real, os superpoderes são outros. Os personagens não precisam voar, desaparecer, correr mais rápido que uma bala ou subir em paredes. Pelo contrário, para enfrentar essa vilania do dia-a-dia, os personagens necessitam de inteligência, sensibilidade e compressão da própria realidade. E é nesse contexto, que em "Travessias" seguimos a vida do libanês Naun e de sua filha Maria, do sacoleiro José e de sua mulher, Maria Helena, e do diretor de teatro Léo e de sua mãe, Isolda. Cada um com sua missão de salvar o seu planeta particular, no caso, cuidar de si mesmo diante de tantas dificuldades reais. Além disso, somos contemplados com grandes atores. Enfim, é um filme sensível, generoso e despudoradamente sincero. Parabéns a todos os envolvidos.
        Altenir Silva: Autor-roteirista. Escreveu este texto após ter assistido ao filme "Travessias", na sessão de estreia em agosto de 2016, no UCI Cinemas do shopping New York, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

        "Travessias", por Rejane Martins Pires
        O filme atrai pela temática delicada e forte: a existência humana e suas complexidades. A solidão, as diferenças culturais, a busca da sobrevivência e da felicidade, a impotência e a morte: tudo isso é retratado no "Travessias". Somos convidados a entrar na vida dos personagens, muito bem representados por refinados atores. A empatia é imediata. Sofremos e torcemos por eles. A diretora Salete Machado consegue imprimir uma marca ao mesmo tempo de simplicidade e envolvimento: isso gera cumplicidade. Assistir ao filme é uma experiência pessoal e única que nos faz pensar que a vida poderia ser mais tranquila se não criássemos tantas expectativas, ou não fôssemos tão cobrados pelos outros. As filmagens na BR 277 e na Ponte da Amizade, na fronteira entre Brasil e Paraguai, ajudam a criar a atmosfera de uma jornada, de uma verdadeira travessia, que conta com o real e o imaginário, o visível e o invisível, a vida e a arte.
        Rejane Martins Pires: Escritora e jornalista, assistiu ao filme "Travessias" no evento Cinema & Música, em outubro de 2016, no Teatro Municipal de Cascavel, Paraná.

        Contato: Talicio Sirino producao@tigrefilmes.com.br
        tigrefilmes.com.br

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      • Carreras

        Na vida e nas pistas, corridas são corridas...
        Um sutil olhar sobre a relação entre pai e filho de mundos diferentes. Barreto, homem de poder, é um pai atormentado que deixa de viver a própria vida para se dedicar ao filho, o jovem e rebelde Juninho. Pedrão, mecânico de carro de corridas, sonha em tornar-se piloto da categoria V8. Com mais de quarenta anos, conta com o pai, Seu Inácio, e com o amigo Peixinho, um ex-campeão de corridas, na empreitada de participar da prova Cascavel de Ouro. Nessa jornada, seus caminhos serão cruzados com os de Barreto, que não mede esforços para que Juninho participe dessa corrida e seja o vencedor.
        Esteticamente o filme perpassa pela reflexão daqueles que estão desacreditados, especialmente, devido à sua condição social e à idade que têm. A história de Pedrão metaforicamente aborda tantas outras histórias de pessoas que buscam realizar seus sonhos em áreas profissionais que têm como padrão a idade ideal ou a condição financeira ideal, mas, que mesmo não estando dentro destes padrões, persistem.
        Este filme desvela personagens que estão em busca de um sonho, seja o seu próprio, seja o do seu filho, como no caso de Barreto, que apesar de suas escolhas, é acima de tudo, um pai
        Em Carreras um híbrido de ficção e documentário, nos primeiros minutos do filme uma breve viagem pelos mais de quarenta anos de história da corrida Cascavel de Ouro, na qual participaram muitos pilotos, a exemplo de Nelson Piquet, sendo conhecida tanto por ser uma prova de longa duração quanto por sua tradição democrática de possibilitar que diversas categorias de motores e pilotos de distintas classes sociais pudessem competir em igualdade de condições.

        Tanto no documentário sobre a Cascavel de Ouro quanto na representação ficcional desta prova no filme foram fundamentais a consultoria de Sérgio Sanderson (que também assina a direção de fotografia do filme), Clovis Grelak e XicoTebaldi, quanto à coordenação de Cláudio José Marquetti Deitos (Marcas & Pilotos) e Orlando Rotta Campos (Categoria V8), além do importante apoio do então presidente do Automóvel Clube de Cascavel, Miguel Beux.

        Protagonizam o filme: Jackson Antunes, Talicio Sirino, Diegho Kozievitch, Adolfo Pimentel e Andressa Ribeiro

        Apresentando: Mauro Turcatel como Peixinho

        Carreras teve seu pré-lançamento no dia 31 de maio de 2013, e seu lançamento oficial em 09 de agosto de 2013 ficando consecutivamente até final de dezembro em cartaz, nas redes: Arcoíris Cinemas/Arcoplex no Shopping JL de Cascavel, onde ficou mais de seis semanas em cartaz, ainda em Cascavel, também em cartaz por duas semanas, no Cine West Side; mais de doze semanas em cartaz na rede Cineplus, nos cinemas do Shopping Jardim das Américas, no Shopping Xaxim em Curitiba e em no Cineplus do Shopping de Campo Largo; também em Curitiba, esteve em cartaz no UCI Cinemas, do Shopping Estação, cinema em que ficou oito semanas consecutivas em cartaz. Lançado em São Paulo no Espaço Itaú de Cinemas, no Shopping Frei Caneca, onde ficou duas semanas em cartaz.

        Figurou na relação da ANCINE/OCA em 32º lugar dentre os 127 filmes brasileiros lançados em salas de cinema, em 2013.

        Em dezembro de 2013 participou da 14ª Retrospectiva do Cinema Brasileiro em São Paulo, organizada pelo CineSesc.

        Prêmio de Melhor Filme de Ficção do X Festival de Cinema de Maringá, 2013.

        No X Prêmio FIESP/SESI de Cinema, 2014, fugurou entre os 5 finalistas na categoria Melhor Fotografia, concorrendo com mais de 100 filmes brasileiros.

        Indicado no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, da Academia Brasileira de Cinema, de 2015.

        Roteiro e Direção
        Salete Machado

        Direção de Fotografia
        Sergio Sanderson
        Lourivalde Vieira

        Direção de Produção
        Antonio Martendal
        Luiz Fênix

        Montagem
        Antonio Marcos Ferreira
        Fernando Rojas
        Pedro Merege Filho

        Desenho de Som
        Fernando Lobo

        Música
        Xenon Pinheiro

        Direção de Arte
        Lair Vieira Junior
        Tania Maria dos Santos

        Coordenação da Corrida ficcional Cascavel de Ouro
        Cláudio José Marquetti Deitos (Marcas & Pilotos)
        Orlando Rotta Campos (Categoria V8)

        Consultoria e Pesquisa da prova Cascavel de Ouro
        Sérgio Sanderson
        XicoTebaldi

        Elenco de apoio: Yara Marçal, Assis Ricardo, Luc Monteiro, J Duran, Lair Junior, Daniela Castro, Francisco Portella, Bruno Stocco, Marcelo Horikawa, João Reis, Júlio Fernandes, Ali Hassib Awali, Afonso Ninja e Geraldo Luiz Neto

        Participação Especial: Pilotos das categorias Marcas & Pilotos e V8 da região oeste do Paraná.

        Documentário Cascavel de Ouro:
        Participação Especial:
        Angelo Luiz Giombelli
        Dilso Sperafico
        Edgar Favarin
        Jaci José Pian
        Mauro Turcatel
        Miguel Angelo Beux
        Milton Sperafico
        Pedro Lecheta
        Pedro Muffato
        Valdir Favarin


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      • A Tímida Luz de Vela das Últimas Esperanças

        Jackson Antunes, a direção e a idealização do filme

        Falar da terceira idade, da relação cheia de ódios, ressentimentos entre duas senhoras, uma negra e uma branca, seria trágico ou cômico?
        Acreditei no sonho, acreditei que a arte é fruto do que você consegue imaginar e fazer o outro acreditar. Então arrisquei fazer um filme onde as personagens não usariam maquiagem, já que mesmo que usassem todos veriam que é maquiagem e pensei: não será isso que fará o espectador viajar e acreditar que essas mulheres são velhas.
        Acredito no ator e na sua capacidade de entrega. Se a arte é um momento, um take, um quadro que não se repete, ontem não é hoje, o tempo-espaço do cinema coincide com uma luz tímida de vela. Quando o tempo é curto, trabalhamos sob pressão e essa pressão costuma gerar ideias originais. Acreditamos que nosso filme é isso: mesmo no sufoco, ele é original.
        A velhice é uma ponte que separa a mocidade de um tempo onde paramos para roer unhas. Colher o que plantamos. Entre Zizi e Antonieta, este elo ao longo da vida foi feito por dor, ódio, acúmulos de infelicidade. Deste conflito das personagens, surge o jogo de opressor x oprimido, por vezes, este jogo se inverte, mostrando que nenhuma das duas mulheres são flores que se cheirem. Alfinetam-se o tempo todo, se apoiando nas fraquejas ou detenção do poder, para ferir e machucar.
        É trágico e cômico a relação doentia das duas personagens.
        Duas vidas acenando para um passado que não mais existe.


        Talicio Sirino, a produção

        O filme é um diálogo de tempos, de histórias, de vidas, de questões sociais que o texto do Milson Henriques trouxe à tona, pelas quais o Jackson Antunes se apaixonou e conseguiu transpor esta paixão para a equipe e para todos aqueles que de alguma forma contribuíram para a realização deste filme.
        O filme A Tímida Luz de Vela das Últimas Esperanças é uma produção independente, realizado sem lei de incentivo à cultura, rodado em película Super 16mm e finalizado em HD, com locações na cidade de Curitiba.


        EXIBIÇÃO EM TV

        Direitos de exibição adquiridos pela AMC Networks para exibição em 27 países da América Latina, lançado no Brasil pela MGM em março de 2015.

        Direitos de exibição adquiridos pelo Sundance Channel Brasil

        Direitos de exibição adquiridos pelo A&E.

        Participações em Festivais:

        6º Festival de Cinema da Lapa, Mostra Tigre Filmes, novembro de 2013
        1° FICBIC - Festival Internacional de Cinema da Bienal de Curitiba/Mostra AVEC, setembro de 2013
        X Festival de Cinema de Maringá - Sessão Hors Concours, setembro de 2013
        19º Cinesul - Festival Iberoamericano do Rio de Janeiro, na Mostra Palcos e Telas, junho de 2012
        19º Vitória Cine Vídeo, novembro de 2012
        3º Festival de Cinema de Montes Claros, maio de 2012


        Elenco:
        Cristiana Britto
        Lúcia Talabi


        Um filme de:
        Jackson Antunes


        Codireção
        Salete Machado


        Uma adaptação do texto teatral de:
        Milson Heriques

        Roteiro adaptado ao cinema por:
        Jackson Antunes
        Salete Machado

        Produção Executiva:
        Talicio Sirino

        Direção de Produção:
        Talicio Sirino
        Antonio Martendal

        Direção de Fotografia:
        Celso Kava Filho

        Direção de Fotografia Assistente:
        Bruno Zotto

        Supervisão de Som:
        Fernando Lobo

        Direção Musical:
        Jackson Antunes

        Trilha Sonora:
        Xenon Pinheiro

        Montagem:
        Pedro Merege

        Edição e Finalização:
        Fernando Rojas

        Direção de Arte:
        Guilherme Sant"Ana

        Figurino e maquiagem:
        Tania Maria dos Santos

        Som Direto:
        Roberto Carlos de Oliveira


        Produção:

        Tigre Filmes (PR)
        Acesso Produções (RJ)

        Coprodução:
        Randal Dacome
        Marcelo Prosdócimo
        Celso Kava


        Distribuição:

        Elo Company

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      • Curitiba Zero Grau

        Trata-se de uma ficção sobre quatro histórias de vida que acontecem em uma semana extremamente fria na cidade de Curitiba. É nesse tempo e lugar que ocorre o encontro da vida de Jaime, Márcio, Ramos e Tião, que, simultaneamente, representam a vida das pessoas que nasceram neste lugar quanto das pessoas que vieram de outros espaços e adotaram este lugar como a sua cidade. O frio, em certa medida, assume o sentido metafórico da forma das pessoas se relacionarem umas com as outras, fato que acontece não só na cidade escolhida como geografia do filme quanto nas grandes cidades, pois, o trânsito e a dinâmica da vida em movimento, acabam afastando as pessoas, por outro lado, o filme também mostra que mesmo nestas condições, é possível o companheirismo, a solidariedade, inclusive, em situações que beiram a tragédia. O fator econômico é o elemento que desencadeia as ações dos núcleos familiares dos nossos protagonistas, sendo que este fator implica da desestruturação familiar à unificação de determinada família que partilha de uma mesma situação de opressão. Em síntese, Curitiba Zero Grau representa a luta pela sobrevivência de famílias de diferentes categorias sociais que vivem nas grandes cidades, mas que neste filme, esta luta pela sobrevivência encontra mais um o complicador, o frio, seja no sentido literal ou simbólico desta palavra.

        Vencedor do 3º Prêmio Estadual de Cinema e Vídeo do Paraná.
        O filme foi realizado graças à dedicação de uma equipe técnica e artística talentosíssima, envolvendo profissionais de Cascavel, Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo, fato relevante tanto para a carreira do filme em festivais nacionais e internacionais quanto para o lançamento inédito em oito salas de cinema da capital paranaense, cuja distribuição na sequência segue para as demais cidades do Paraná e para outros estados brasileiros.

        Protagonizam o filme:
        Jackson Antunes
        Edson Rocha
        Diegoh Kozievitch
        Lori Santos

        EXIBIÇÕES EM TV POR ASSINATURA Em 07 de janeiro de 2014 exibição em rede nacional pelo Canal Brasil.

        EXIBIÇÕES EM TV ABERTA Direitos de exibição adquiridos pela TV Brasil

        Figurou entre os filmes indicados no primeiro turno do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2013.

        Em janeiro de 2013 a Revista Exame divulga a relação dos 30 filmes nacionais de maior bilheteria em 2012, na qual Curitiba Zero Grau ocupou o 28º lugar.

        Em dezembro de 2013 participa da 14ª Retrospectiva do Cinema Brasileiro em São Paulo, organizada pelo CineSesc.

        Curitiba Zero Grau teve seu lançamento oficial em 17 de agosto de 2012, na capital paranaense, sendo distribuído simultaneamente em oito salas de cinema das redes Cinemark, Cineplus, Espaço Itaú de Cinemas e UCI, nos shoppings centers: Água Verde, Barigui, Crystal, Estação, Jardim das Américas, Mueller, Paladium e Xaxim.

        Participação em Festivais:
        Curitiba Zero Grau teve sua primeira exibição pública no FestRio Festival Internacional do Rio de Janeiro, em outubro de 2010.
        Em dezembro do mesmo ano, participou do Festival de Cinema de Havana, na Mostra Panorama do Cinema Latino-Americano, em Cuba, onde, em cinco exibições, foi visto por aproximadamente cinco mil pessoas. Inicialmente estavam previstas duas exibições naquele festival, mas devido à boa acolhida houve a ampliação para mais três.
        Em junho de 2011, recebeu o prêmio de público do CINESUL - Festival Ibero-Americano de Cinema, no Rio de Janeiro.
        Em setembro 2011 participou do Festival Cinema Brasil no Japão, acompanhado de mais oito longas nacionais. Na ocasião, foi exibido em quatro grandes cidades japonesas: Tóquio, Hamamatsu, Osaka e Kioto. Segundo fonte ligadas à organização do evento, lá igualmente o filme foi muito bem recebido pelo público.
        Em 2012 participa da categoria estreias brasileiras realizada pelo Festival de Rosário, na Argentina.

        Produzido por:
        Tigre Produções Cinematográficas

        Produtora Associada:
        Camarada Filmes

        Um filme de:
        Eloi Pires Ferreira

        Produção de:
        Talicio Sirino
        Salete Machado

        Produção Associada:
        Marcos Cordiolli
        J. Olímpio

        Distribuído por:
        Tigre Filmes
        Camarada Filmes

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      • Conexão Japão

        CONEXÃO JAPÃO, SUPER 16MM/HDCAM, FICÇÃO, AVENTURA, 2008


        No Jornal Gazeta do Povo, de 17 de abril de 2003, o Caderno G, traz matéria com chamada: "Uma Aventura no Oriente. Conexão Japão, sequência de Conexão Brasil, também teve cenas rodadas na França":


        A viagem começou nas cidades de Nara e Osaka, no Japão. Inicialmente, foram realizadas cenas com um mestre japonês de kempô. "Filmamos praticamente 80% dos diálogos na academia do mestre, um templo muito bacana. A cenografia do lugar é impressionante, no estilo milenar mesmo, como se fosse um santuário, com armas e objetos antigos. A gente jamais ia conseguir reconstruir este local no Brasil. Por isso, valeu a pena o sacrifício de ter ido até lá filmar", diz Sirino.

        Conexão Japão foi rodado nas cidades de Cascavel, Curitiba e Foz do Iguaçu, Paraná/Brasil. Na França em Paris, no Japão em Nara e Osaka, e como é uma sequência do longa metragem em 35mm, Conexão Brasil (2001), tem cenas em Posadas, capital de Missiones/Argentina.

        Trata-se de uma ficção realista e lúdica de um homem em busca da conquista da honra. Como acreditamos no poder transformador do cinema, Conexão Japão propicia a discussão sobre a violência presente na sociedade. Então, buscamos nas artes marciais uma resposta humanista, já que ela não prega a violência e sim a auto-disciplina e o respeito ao próximo. A nossa intenção foi produzir um filme que recupere valores fundamentais em uma época de crise moral na sociedade, para que toda a família possa vê-lo junta.

        O discurso fílmico de Conexão Japão promove o resgate da essência da filosofia da arte marcial, trazida há cem anos pelos imigrantes japoneses, pela relação mestre/discípulo na superação de limites e pela crença nos valores do bem para a formação humana.

        Conexão Japão, em setembro de 2008, participou do 17º Festival Internacional de Cinema de Assunção, na categoria Estréia (www .pla.net.py/cinefest).

        Em 2008, através de pré-lançamentos, foi exibido na rede escolar e universitária em diversas cidades do estado do Paraná.

        Direção de Salete Machado e Antonio Marcos Ferreira.

        Roteiro de Talicio Sirino, Salete Machado e Altenir Silva (TVRecord Caminhos do Coração, Prova de Amor, Escrava Isaura). Consultoria de Roteiro de Luís Carlos Lacerda (Leila Diniz, For All).

        Supervisão de Edição e Mixagem do Som de Alessandro Laroca (Conexão Brasil, Cidade de Deus, Dois Filhos de Francisco, Olga, O ano em que meus pais sairam de férias, Cidade dos Homens, Antônia, Tropa de Elite, Ensaio sobre a cegueira, O Sal da Terra...).

        Direção de Fotografia de Celso Kava Filho (longas O Sal da Terra, Onde os Poetas Morrem Primeiro e inúmeros curtas).

        Trilha Sonora de Xenon Pinheiro (Conexão Brasil, Desaparecidos).

        Música-tema de Anísio Rocha (Conexão Brasil).

        Montagem de Antonio Marcos Ferreira, Pedro Merege e Alexsander Macedo.

        Coordenação de pós-produção Salete Machado.

        Produção de Talicio Sirino.

        Participações Especiais dos atores japoneses Marcelo Toshio e Mestre Kazumaro Shimada, do Grupo Taiko Wakaba, dos atores argentinos JJ Duran, Marcelo Callier e Horácio Almirón e de Júlio César Fernandes, Wilson Maegima, Francisco Portella, Assis Ricardo.

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      • Conexão Brasil

        CONEXÃO BRASIL, LONGA-METRAGEM, 35MM, FICÇÃO, AÇÃO, POLICIAL, 2001.


        O Jornal El Território de 02 de abril de 2000, páginas 44 e 45, traz chamada: "Conexión a pulmón. Las escenas posadeñas de la película brasileña Conexión Brasil terminaron de rodarse ayer. La producción se realizo com los recursos contados, dejando en claro que para filmar, más vale maña que pesos":


        Si una frase resume el rodaje de la película brasileña Conexión Brasil en Posadas es: a pulmón.

        Dicho todo esto, vale recordar que en cine como en tantas otras cosas, abundancia de recursos no siempre es sinônimo de calidad, como tampoco su escasez es señal de lo contrario. Quizas lo más sorprendente de este experimento cooperativo, es la capacidad sacar algo de lo poco.

        Desde la mañana hasta la tarde de ayer se fimó el tiroteo final em la vieja Estación de trenes, y uma persecución de automóveis que comenzó frente a la estación y finalizó en la zona de la playa Heller. Las últimas escenas en Posadas incluyeron pasos de tango em La Querência. El viernes se fimó toda la jornada en la casa de la família Selva, sobre el rio Paraná, que en la ficción fue la mansión de Rigoberto, el jefe de la máfia que tiene raptada a la esposa del héroe de la película.

        Conexão Brasil é um filme que aborda a vida de um policial do grupo TIGRE no combate ao crime. Teve locações nas cidades de Cascavel, Curitiba e Foz do Iguaçu, Paraná/Brasil e em Posadas, capital de Missiones/Argentina. Obteve repercussão na mídia nacional e da Argentina, tanto por representar questões do universo policial da tríplice fronteira Brasil/Paraguai/Argentina, quanto pelo inovador esquema de distribuição independente do mesmo.

        Direção - Antonio Marcos Ferreira.

        SupervisãoGeral - Luís Carlos Lacerda.

        Roteiro - Talicio Sirino, Assis Ricardo e Antonio de Jesus.

        Direção de Fotografia - Cezar Elias e César Pilatti.

        Diretor de Efeitos Especiais - Ronivaldo Fagundes

        Supervisão de Edição e Mixagem de Som - Alessandro Laroca.

        Trilha Sonora - Xenon Pinheiro.

        Música - Anísio Rocha.

        Produtor Associado - Jorge Luiz Fernandes Guirado.

        Produção - Talicio Sirino e Salete Machado Sirino

        Primeiro filme de longa-metragem de Cascavel rodado e finalizado em película 35mm.

        Selecionado para as Premières do Festival de Gramado em agosto de 2001;

        Selecionado para a competitiva do 1º Festival de Varginha de Minas Gerais em março de 2002, recebendo do júri o prêmio ET de Prata (honra ao mérito);

        Selecionado para estréia da retomada da Maratona de Cinema do Cine Odeon do Rio de Janeiro em julho de 2002;

        Exibido com distribuição independente no circuito convencional de cinema e no alternativo, atingindo mais de 100 mil espectadores. Desse público, mais de 20 mil espectadores na cidade de Curitiba, onde ficou em cartaz nas salas de cinema da Fundação Cultural de Curitiba (Cine Ritz, Cine Guarani, Cinemateca) de março a outubro de 2002, com trabalho de formação de platéia junto à rede escolar e universitária.

        Ressalta-se que em todos os outros municípios onde o filme foi exibido houve um vigoroso trabalho de formação de platéia.

        O filme Conexão Brasil teve excelente repercussão nas mídias nacional e de Misiones - Argentina, com destaques de páginas inteiras nos jornais:

        Jornal O Globo no dia dos 500 anos do Brasil além de reportagens do enviado especial para cobertura do lançamento do filme;

        Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, Agora, Jornal do Brasil, Gazeta do Povo, Gazeta Mercantil, Gazeta do Paraná, Gazeta Iguaçu, Jornal Hoje, O Paraná, O Estado;

        Destaque de três páginas na Revista Isto É; Revista Caras; Revista Palavra;

        Reportagens de páginas inteiras nos Jornais da Argentina: El Território, Primeira Edicion de Posadas, bem como reportagens jornalísticas de televisões a cabo e aberta de Posadas / Missiones durante a produção do filme.


        Destaque para participação do ator e produtor Talicio Sirino nos seguintes programas de televisão:

        Programa do JÔ, da Rede Globo;

        Programa GABI, com Marília Gabriela, da Rede TV;

        Revista do Cinema Brasileiro, com Júlia Lemmerts, do Canal Brasil;

        Vale Tudo, com Luciano do Vale, da BAND;

        Várias reportagens no Cine Jornal do Canal Brasil;

        Telejornais: SBT, Record, TV Tarobá/BAND, TV Oeste e RPC/Globo, TV Cultura, TVE, Canal Brasil.

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